S-OD-ID (aspecto da relação signo-objeto dinâmico-interpretante dinâmico)

É a tricotomia comunicativa que descreve a relação entre signo, objeto dinâmico e interpretante dinâmico. É o efeito efetivamente produzido pela comunhão triádica entre signo, objeto dinâmico e interpretante dinâmico, ou a maneira de fluência da comunicação. Pode ser uma possível enunciação (uma comunicação fática, por exemplo, como quando dizemos ao telefone “Alô, alô” sem saber se estamos sendo ouvidos), uma comunicação efetiva (uma asserção ou uma implicatura à maneira como Grice a concebe) ou lógicos (quando temos comunicações habituais, rotinas comunicativas que emergem no processo de comunicação). Se for uma primeiridade, a informação comunicada é apenas a de uma qualidade possível do objeto (rema). Se for uma segundidade, transmite-se o fato de que uma qualidade conecta-se materialmente ao objeto (sintaxe ou asserção). Se for um hábito, transmite-se uma informação com a qual o intérprete está acostumado a agir em concordância, ou a hipótese que ele aceita como válida e que guia sua conduta.